Centros de arbitragem de consumo: resolver sem ir a tribunal
Como funcionam os centros de arbitragem de conflitos de consumo em Portugal, quanto custam e qual escolher.
Atualizado em 24 de outubro de 2026
Os centros de arbitragem de conflitos de consumo resolvem litígios entre consumidores e empresas de forma rápida e barata (muitas vezes gratuita). Começam por tentar a mediação; se não houver acordo, um juiz-árbitro decide, e a decisão tem o mesmo valor de uma sentença de tribunal.
Centros
- CNIACC — Centro Nacional de Informação e Arbitragem de Conflitos de Consumo: competência nacional, para zonas sem centro regional e compras online.
- CACCL — Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa.
- CICAP — Centro de Informação de Consumo e Arbitragem do Porto.
- CIAB — Tribunal Arbitral de Consumo (Braga e Minho).
- TRIAVE — Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo do Vale do Ave.
- CACRC — Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo da Região de Coimbra.
- CIMAAL — Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Conflitos de Consumo do Algarve.
Bom saber
- As empresas têm de informar no site, nos contratos e nas faturas a que centros de arbitragem estão vinculadas.
- Nos serviços públicos essenciais (luz, água, gás, telecomunicações), se o consumidor escolher a arbitragem, a empresa é obrigada a aceitar.
- Antes de avançar, convém ter reclamado diretamente à empresa (guarde as provas).
- Para compras noutros países da UE, o Centro Europeu do Consumidor (CEC Portugal) ajuda gratuitamente.
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Informação geral, sem valor de aconselhamento jurídico. Em caso de dúvida, contacte a DECO, um centro de arbitragem ou um advogado.